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10 março, 2019

E você, ainda acredita no amor?

Outro dia, durante uma noite de conversas sobre os mais variados assuntos me perguntaram se eu ainda acreditava no amor. Algumas observações sobre esse questionamento:
1. Há quanto tempo não conversava sobre amor com alguém?
2. Me surpreendeu a pergunta e minha resposta também, o que acabou me fazendo refletir sobre o assunto por alguns dias.

Quando somos crianças, adolescentes e até no início da vida adulta, a maioria de nós sonha sim com o amor.. Sonha com o parceiro de vida, não aquele perfeito, mas aquele que vai crescer junto, brigar, sofrer, chorar, sorrir, amar, viver ao nosso lado. No entanto, o decorrer dos anos, das decepções amorosas que temos, acabamos por nos fechar e, muitas vezes sem perceber, deixamos de lado o sentimento nas relações. E percebi que estava indo por esse caminho, de relações vazias, com promessas falsas, palavras soltas no ar... e o quanto isso estava me fazendo mal. Tive alguns (muitos) sonhos desfeitos, sonhos que sonhei junto com outra pessoa... e comecei a desacreditar que poderia encontrar alguém para dividir meus dias. Mas quando fui questionada se ainda acreditava no amor, veio como uma porrada, dessas bem no meio da nossa cara sabe? E então percebi que eu não sou o tipo de pessoa que se contenta com uma relação de noite, com mensagens trocadas no Whatsapp cheias de promessas falsas. É claro que não vou deixar de viver, de curtir e aproveitar; mas com certeza serei muito mais sincera nas próximas relações, e vou exigir isso das pessoas. Exigir sim, porque não mereço qualquer coisa que seja menos que sinceridade para iniciar uma relação.
Obrigada a ti que me fez esse questionamento... me mostrou muito de quem tu és, e me lembrou quem eu realmente sou.

30 setembro, 2017

Amor mal resolvido

Por que todos nós temos em nossa vida um amor mal resolvido? Aquele que sempre mexe com nossos sentimentos, com nosso coração, com nossos pensamentos... O mais incrível de ter um amor mal resolvido, é que ele sempre aparece. É quase ímã na nossa vida.
Por vezes penso se vale a pena continuar investindo nisso. Outras vezes me questiono se quero que isso pare/deixe de ser presente na minha vida. Ter a tua companhia é maravilhoso. Mesmo como amigo, apesar de sempre rolar aquele olhar diferente e o frio na barriga. É tão bom dividir conquistas, frustrações, medos e inseguranças contigo. E sei que tu também te sentes assim comigo, pois se não sentisse não me procuraria.
Mas a questão é: por que não definimos logo isso? É amizade? Ok ! Beleza, vamos nos permitir sermos amigos. Mas não conseguimos fazer isso nunca. Em toda frase há uma segunda intenção. Em todo olhar há aquele de anos atrás com desejo. Em todo toque há um arrepio. Um amor resolvido é assim que fica... mal resolvido, sem poder ser vivido. Isso porque nós queremos assim, já que resolver a situação é logicamente simples. Mas quem disse que o coração segue a lógica?

19 agosto, 2017

Transições.

Tenho pensado muito ultimamente sobre o rumo da minha vida, ou melhor... sobre a estagnação da minha vida. Quando somos jovens temos alguns objetivos como por exemplo: nos formarmos, adquirir imóvel, veículo, emprego legal, relacionamento; enfim... mas não pensamos muito no que fazer após conseguir alcançar esses objetivos. E é nessa fase que me encontro: o pós objetivos alcançados. A pior parte disso tudo é estar perdida. Perdida em uma profissão que amo, porém exige demais e gera um desgaste emocional, psicológico e físico tão grande que estou me questionando seriamente a continuidade nesse ramo. Há tantas cobranças, pressões, necessidades impostas pela sociedade, que começam a incomodar e gerar diversos questionamentos internos, e isso causa um desconforto comigo mesma muito grande. Amo tudo que conquistei até agora, sou feliz com o que adquiri, mas e agora? Estou em uma fase de transição e realmente perdida. Perdida comigo mesma, com meu presente e com meu futuro. O meu passado está bem resolvido, pois a vida dá tantas voltas que consegue colocar tudo no lugar sem precisar que a gente mova um dedo. Incrível né? Bem dizem que os 30 anos marcam a nossa vida... acho que comecei a sentir o peso deles, afinal em 7 meses irei "trintar". E antes que pensem que estou triste com isso, muito pelo contrário... estou contando os dias para chegar meu aniversário e dizer com muito orgulho que "trintei". Tem tantas questões na minha mente que parece um turbilhão. Aos que olham de fora só há serenidade, uma pessoa bem resolvida e segura da sua vida; ah se soubessem que isso é uma imagem apenas e que há tantos questionamentos sem respostas... Mas uma coisa tenho certeza: a vida é agora. Aproveitar o hoje, o momento... parece clichê, eu sei! Mas algumas situações vêm no nosso cotidiano para nos lembrar de agradecer e viver intensamente tudo que tivermos vontade. É isso. Viver o hoje. As respostas para tantos questionamentos virão, no tempo certo. Não adianta tentar adiantar coisas que não acontecerão antes do seu tempo, então, vamos viver o hoje.

18 junho, 2016

E o céu deve estar rindo agora ♪

Clica aqui pra ouvir Mc Gui - Sua História ♪

Perder é difícil. Por mais que sempre nos digam que na vida a gente não ganha sempre, perder é e sempre será difícil. Perder qualquer coisa é difícil. Tempo, espaço, amizades que vieram e foram. Mas difícil mesmo é perder alguém que se ama, sem chance de trazer a pessoa de volta.

Há algum tempo, eu achava que perder alguém em vida era ruim. É, perder alguém em vida. Ser obrigada a excluir alguém da minha vida por motivos que não cabem ser explicados aqui. Realmente achava que era uma das piores perdas. Mas aprendi, da pior forma possível, que não é a pior perda. E sabe por quê? Porque perder alguém em vida é quase uma escolha, é uma decisão que tomamos. Mas perder alguém sem ter o nosso consentimento, não tem explicação.



A morte é algo que nos assombra, que nos persegue e a única certeza que realmente temos... que vamos morrer, que nossos entes queridos irão morrer, que a lógica da vida é: as pessoas mais velhas morrerão primeiro. Mas isso não quer dizer que concordamos com isso, ou que estamos realmente prontos para que isso aconteça. E sinceramente, eu não estava estou pronta pra isso. Parece criancice, eu sei, mas é a verdade. Não me vi como uma adulta ao receber a notícia da morte. Na verdade, me senti uma criança completamente perdida, sozinha e sim, senti muita raiva do mundo!
Ao mesmo tempo, percebi o quanto egoísta estava sendo ao ter esses pensamentos. Mas, dá licença, eu posso ter esses pensamentos e ninguém tem que julgar. Ouvi um dia que eu não estava pronta pra perder na vida. Alguém aí está pronto pra perder quem ama? Se tiver alguém pronto, me desculpe, mas não existe amor aí ! Porque perder dói e dói muito.


Essa perda deixa um vazio enorme, uma vontade de deitar na cama e ficar ali, esperando os dias passar. As recordações? Serão as melhores! E quer saber? Se eu pudesse, te teria aqui comigo por mais 100 anos, só pra ouvir tuas histórias e teu italiano enrolado com português. Ainda não faz um mês que tu partiu, mas a dor que eu tenho é a mesma do dia que recebi a notícia. Às vezes me pergunto como vai ser o dia que retornar àquele lugar e saber que não estarás lá. Nunca estarei pronta para lidar com a morte. Nunca.


27 maio, 2016

A menina de 20 e a mulher aos 30

Nem por você, nem por ninguém, eu me desfaço dos meus planos, quero saber bem mais que os meus 20 e poucos anos.. ♪ - 20 e poucos anos - Fábio Jr.



           Outro dia lia alguns textos, desses que se acha em páginas do facebook ou links aleatórios na internet, sobre a diferença da vida aos 20 e aos 30 anos. E vou ter que concordar com algumas coisas que li.
           Quando tinha meus 20 anos, me preocupava muito com a opinião dos outros, em me fazer ser notada por uma sociedade que tentava me encaixar e ser aceita. Buscava agradar aos outros para ser aceita, seja onde fosse, mesmo que isso significasse não ser eu mesma. Ficar sozinha, sem um rolo, sem um ficante, sem um namoro casual, era algo quase inaceitável.

           Hoje, quase aos 30 anos (confesso que isso dá um medinho sim. Chegar aos 30 realmente muda algo dentro de nós), eu percebo que não estou tão preocupada em ser aceita, em me fazer ser notada. Estou muito mais interessada no que me faz feliz, no que me satisfaz. Só vou a lugares que estou com vontade, com pessoas que realmente me sinto bem. Aprendi a dizer não para muitas coisas e pessoas, e isso me faz um bem enorme. Descobri que preciso me fazer feliz, antes de querer ser feliz ao lado de alguma pessoa. Relações superficiais já não me interessam. É claro que continuo errando, fazendo opções que não são tão certas; porém, os erros mudam em cada ocasião.


           Hoje, quase aos 30 anos, percebo o quanto ainda tenho a conquistar; o tanto de caminho que tenho a percorrer. Hoje, percebo o quanto sou suficiente para mim mesma e também, o quanto a companhia de alguém tem que ser justamente isso, companheirismo. Uma relação desse nível, deixou de ter como prioridade paixão, sexo, tesão; e passou a ter como objetivo alguém que também seja feliz consigo mesmo, para que então possa ser feliz comigo. 
           Enfim, aos quase 30 anos, percebo que amadureci bastante e que, talvez, tenha deixado pra trás, de vez, aquela menina que buscava constantemente a aprovação alheia para ser feliz. Talvez tenha encontrado em mim, a mulher que sabe o que quer pra si, que precisa somente se fazer feliz; e quando consigo alcançar isso, tudo a minha volta se torna ainda mais lindo.


17 abril, 2016

Recomeço

Dentro de cada escolha cabe uma renúncia. Dei pra contar quantas coisas boas perdi pelo caminho ao me prender onde não era meu lugar, insistir nos mesmos erros, ficar ao lado de pessoas que não foram feitas para se encaixar na minha vida. E a gente sabe, a gente sempre sabe o que é e o que não é pra ser. Mas permanecemos estáticos onde não somos mais felizes por medo do desconhecido. O tempo passa, a vida muda, as pessoas se transformam. Na maturidade tenho aprendido que meu tempo é ouro, e só o divido com quem estiver na mesma vibração, na mesma sintonia, dividindo os mesmos sonhos reais. Descobri que o desconhecido pode ser algo maravilhoso se nos permitirmos. Não tenho tempo para ilusões, meu saldo se esgotou por dez vidas! Quero a verdade, a realidade, os pés no chão. Quero sentir que estou no caminho certo. E se os dias não me apontarem nessa direção, mudo a rota, sem medo. E até que pegue o atalho certo, o meu nome é recomeço...

06 abril, 2016

Amor por conveniência ?

                Outro dia, conversando sobre relacionamentos e relações, valores, necessidades, sociedade que julga, machismo, feminismo e afins; uma amiga disse a seguinte frase: eu não acredito no amor... amor é conveniência. Naquele momento, gerou uma estranheza muito grande entre os que estavam conversando, e confesso que julgamos aquilo que ela falou. Ela argumentou, deu exemplos. E depois fiquei pensando nisso. Comentava ela, que por exemplo, seus pais, casados há mais de 30 anos, tinham um amor por conveniência (não vou expor os motivos, pois não é necessário); mas ela afirmou que desde o início era por conveniência. E percebam, não era conveniência financeira, como alguns podem pré-conceituar. 
                Então, comecei a pensar em alguns casais que conheço e nas suas vidas. Comecei a analisar os meus antigos relacionamentos. Observei algumas famílias. E, tenho até medo de afirmar isso, mas realmente, o que se vê é muito amor por conveniência. At
é que alguém me disse: mas, estou com meu marido porque somos companheiros, nos divertimos, dividimos a vida, construímos nossos sonhos juntos, temos uma família. Ok !.. E isso não é conveniência? E se ele não fosse companheiro, divertido, que não sonhasse ou não quisesse dividir a vida; será que estariam juntos ainda? E quando chegamos a um impasse de estarmos encantados por duas pessoas... Uma delas, está em uma fase de maturidade um pouco anterior a nossa; a outra pessoa está no mesmo momento de vida que nós. Quem seria o escolhido? Pois é... conveniência novamente.
                Será que o amor não existe? Será que temos uma atração física por alguém, e depois procuramos saber se essa pessoa possui objetivos parecidos com os nossos, para então dividir a vida? Confesso que isso mexeu com meus pensamentos e ainda não consigo ter uma opinião realmente formada sobre isso. Gostaria aqui de defender o amor, como sendo apenas amor, mas em todos os exemplos que penso para dar surgem as conveniências. Então, quem sabe algum dia eu consiga um exemplo real de amor... e não de conveniência.

16 agosto, 2015

A vida é isso.


Então é isso. Se entregar para alguém, abrir o coração, a mente, a alma, o corpo. Confiar que esse alguém não vai te machucar, te magoar e que estará sempre ao seu lado. Decepção na certa! Aprendi isso com a vida. Todas pessoas que nos relacionamos, em algum momento, irão nos machucar, nos magoar e até mesmo se afastarão. Mas isso não quer dizer que desejam nosso mal. São apenas pessoas, mostrando serem pessoas. E isso eu estou aprendendo... Parece fácil, mas não é. Aceitamos que podemos errar e falhar, mas é difícil admitir que alguém faça o mesmo conosco. Enfim, mesmo sabendo que nem tudo será perfeito. Mesmo tendo a certeza que haverão momentos tensos, com brigas, discussões e desentendimentos... mesmo assim, optei por me entregar, abrir meu coração, minha mente, minha alma e meu corpo. Decidi que eu prefiro viver a vida, a deixar ela passar enquanto eu simplesmente, não sofro... mas também não saboreio os momentos mágicos proporcionados por dividir a vida com alguém. Então é isso. Decidi viver. E amar. 

27 julho, 2015

Romantismo hoje.

Outro dia li sobre pessoas que ainda mandam cartas. Pois é... ainda mandam. Acho bonito manter essa sensibilidade. Sim, porque mandar cartas hoje em dia para alguém que se ama, é uma forma de ser sensível. Mas fiquei me perguntando se eu escreveria alguma carta, e acredito que não. O mundo que vivemos vivo hoje, é muito mais dinâmico, necessita de muito mais "agoras" e menos "amanhãs", então, não, eu não optaria por escrever uma carta e esperar até que ela chegue ao destinatário. Não que eu seja uma insensível ou coisa do gênero, mas há outras formas de se demonstrar amor, carinho, respeito...ou que lembrei de alguém logo que acordei. Prefiro uma mensagem de "bom dia" ou um "dorme bem", muito mais instantâneo e fala pelo momento. É isso. Esses pequenos detalhes dos momentos fazem a felicidade, e a felicidade não é algo contínuo, mas sim momentâneo. Gosto muito da ideia de ter vários pequenos momentos de felicidade ao longo do dia. Então, não...não sou uma insensível. Sou sensível, e romântica enrustida, mas de uma forma mais "antiga-moderninha", se é que isso é possível. Ainda acredito sim em amor para vida inteira, em lealdade, fidelidade e pedidos de casamento bobos e simples. E acho bonito o casal que demonstra isso de forma pública, afinal é uma escolha que cabe ao casal e a ninguém mais. Então, posso repetir que sou uma "antiga-moderninha" no quesito romantismo, mas que com certeza, não iria escrever uma carta para um amor-amigo-amante-marido-namorado-companheiro.

24 julho, 2015

De todas as vezes...

Todas as vezes que nos encontramos, apenas passamos um pelo outro. Mesmo nas vezes em que convivemos, não fomos capazes de realmente conhecer um ao outro. E foi aí que nos perdemos, e nossos caminhos seguiram rumos diferentes. Foi necessário nos perdermos mais uma vez, para que então pudéssemos nos reencontrar, e verdadeiramente nos permitir um relacionamento, enquanto homem e mulher. Nesse momento,  tudo foi esclarecido, como se fosse mágica. Nesse único dia, conseguimos nos encontrar, e então achar a nossa trilha em meio ao que parecia um lugar perdido e sem volta. E nesse momento, que tudo conseguiu ser exposto, feridas, medos e inseguranças, nesse exato momento, nos encontramos e iniciamos ali uma nova história. Demoramos. Mas de todas as vezes que nos encontramos, esse dia com certeza, foi um divisor de águas na nossa história.

21 julho, 2015

Estamos tão perto e tão longe...

Chegamos tão perto... e ficamos tão distantes. Novamente. Por quê? Por que as coisas têm que ser tão difíceis? Ou melhor, por que complicamos tanto?... O mundo devia ser mais simples, menos problemas. Deu vontade? Vai e faz. Arrependeu? Ok. Obrigada pela oportunidade. Mas não é assim. Infelizmente. Existem sentimentos envolvidos. Existem outras pessoas envolvidas. São questões mais profundas do que o próprio sentimento de amor. Hoje não foi nossa vez. Quem sabe num futuro (nem tão distante), possamos nos reencontrar e então, nos encontrarmos de fato para viver essa história que deixa muitos capítulos a serem escritos. Quem sabe...

05 julho, 2015

Faz falta... alguém.

Faz falta.
Alguém pra conversar.
Alguém pra rir.
Alguém pra brigar.
Alguém em quem confiar.
Alguém pra sentir ciúmes.
Alguém pra nos puxar a orelha.
Alguém pra discordar da nossa opinião.
Alguém que imponha a sua vontade às vezes, e te faça perceber que nem tudo é como tu queres.
Alguém que queira ficar contigo num sábado a noite, de pijama em casa.
Alguém que, simplesmente do nada, resolve que quer sair num sábado a noite, e te arrasta (mesmo que tu não esteja tão afim assim).
Alguém que queira te mostrar o seu mundo.
Alguém que queira conhecer o teu mundo.
Alguém que queira dormir de conchinha no frio do inverno gaúcho.
Alguém que queria dormir de conchinha, mesmo que seja verão... e a conchinha dure apenas alguns minutos.
Alguém que brigue contigo, porque tu és muito cabeça dura.
Alguém que te queira assim como tu és. 
Alguém que faça despertar em ti, todos os sentimentos possíveis.
Faz falta.

27 junho, 2015

Sem rumo...

Completamente perdida. É assim que me sinto nos últimos tempos. Perdida. Sem rumo. Sem objetivos. E isso dá uma sensação de vazio que incomoda demais. A pior parte disso tudo? Ainda não descobri para onde quero ir, o que quero fazer. Enquanto isso, vou me conformando com o que tenho a disposição no momento. Mas isso incomoda demais!! Nesses últimos tempos, o que peço (não sei a quem ou o quê na verdade...), é que eu me (re)descubra e possa encontrar um caminho que me satisfaça e me complete, porque sinceramente, estou me sentindo incompleta... como se não fosse eu mesma..

29 setembro, 2014

Necessidade de gritar (no silêncio)

Eu tenho uma vontade enorme de gritar a minha felicidade. Mas sei que isso não se faz, por isso vim até aqui para gritar ela em um universo particular, todo meu. Há cada dia que passa, a felicidade vai tomando conta de mim, ficando maior e mais intensa. Há muito não sentia isso. E como estou amando cada dia dessa nova fase. Estou amando a ti também. Amando esse "nós" que estamos construindo juntos, que a cada dia que passa, amadurece mais e tem mais planos. Sabe a melhor parte? Os planos não estão somente no imaginário...eles estão tomando rumos para se concretizarem. Estamos trilhando juntos esse nosso caminho, para alcançar nossos objetivos. Nossa vida. Nosso futuro. Um apoiando o outro. E é assim que eu quero que seja pro resto dos nossos dias. Juntos. Crescendo. Amadurecendo e aprendendo. Então, eu digo que sim, estou muito feliz! E tu é responsável por boa parte dessa felicidade, que há muito desejei e só contigo encontrei.

28 julho, 2014

(DES)Aprendi a amar.

E essa insegurança? Por que tanto medo de amar e me entregar? Seriam as marcas dos amores passados, deixados, largados.. largada? Quanto medo de fazer as coisas erradas, de magoar, de perder. Será que esse medo pode se tornar realidade? Ou essa minha paranoia vai atrapalhar tudo...? São muitas dúvidas, muita vontade de amar, muito desejo de me entregar, muito...muito! Seria ele o escolhido, o diferente, aquele que vai se tornar o último... ?

08 julho, 2014

36 dias.

Há 36 dias te conheci.
Há 30 dias, decidimos namorar.
Há 30 dias... decidimos dar uma nova chance para o sentimento, o desejo, o companheirismo, a amizade. Uma nova chance, aos momentos compartilhados, às risadas dadas. Uma nova chance aos planos, que deixaram de ser solitários e passaram a convergir para um mesmo objetivo.
Sim, em 30 dias, tudo foi muito rápido, muito intenso, muito conversado. Insegurança? Temos. Por "n" motivos. Mas temos também a certeza que queremos nos fazer felizes e trilhar um futuro juntos. Temos a certeza que vamos dividir muitos dias, alguns desentendimentos, muitas alegrias e tristezas, e sonhos a serem realizados.
É... tudo começa a ganhar um novo significado. Intensidade passou a fazer parte do nosso vocabulário diário. Sentimento (homem /mulher) voltou a fazer parte da nossa vida. Necessidade, de estarmos juntos, é diária.
Contigo, quero viver toda essa intensidade que não é insana. Quero sim que nosso planos e desejos para o futuro se concretizem. Obrigada, meu lindo, por esses dias de pura felicidade ao teu lado.

15 junho, 2014

Sentindo o novo.

E o mundo ganhou cores novas. Novas perspectivas. Novos caminhos. Novos aprendizados. Gosto muito de tudo que é novo, quando o novo é surpreendente. Gosto muito, quando o que é novo, vem acompanhado de alguém disposto a descobrir tudo comigo. Gosto mesmo. E vou de cabeça nisso. E vou de corpo, alma...e coração. Que o novo não seja só por um momento, mas por muito tempo.

01 junho, 2014

Solidão

Me sentindo completamente só. Como isso é possível? Com tantas coisas a fazer, encontros, jantad, reuniões com amigos..  Pois é. Mas tem certas necessidades que nenhum amigo é capaz de suprir. Sinto falta da paixão, do amor,do companheirismo. É isso... Que apareça alguém e que não seja "mais um"... Mas o "especial" e que não tenha nenhum depois dele .

28 abril, 2014

Pensamentos julgados.

Digita. Apaga. Digita. Lê. Apaga.
Como é difícil expor o pensamento. Expor o que realmente se passa na cabeça. É difícil, por saber que será julgado. Enquanto estiver somente no pensamento, ninguém pode julgar, criticar, sentir pena, dó e outros sentimentos. Precisando sair de tudo, desligar de tudo; para tentar ajudar um pouco mais Me sinto impotente diante de toda situação. Às vezes, uma intrusa, que pode atrapalhar. Às vezes, distante, por não poder estar sempre perto. Às vezes, não sei o que sentir. Precisando tanto de... Nem eu mesma sei ao certo de que, ou de quem; ou quando; ou onde... mas precisando. Como se supre uma necessidade que não se sabe qual é? Com
o se ajuda alguém que não pode ser ajudado? Como?...

08 setembro, 2013

olá.

Quanto tempo não passo por aqui. Qual será o motivo? Será que não há inquietações suficientes, que estejam me incomodando a ponto de se tornarem um texto? Será que há algum motivo? Não sei. O que eu sei é que estou aprendendo a resolver tudo a seu tempo; a não adiantar decisões que não podem ser adiantadas... sofrer por antecipação. Um dia de cada vez, e tudo vai dando certo, ao seu tempo. E assim, fico mais leve!